Quarta-feira, 16 de Maio de 2012
vida

 

 

Um beijo. Um sorriso. O café na mesa-de-cabeceira.

Pássaros, raios de sol que chegam à cama.

Sim, era isto. Tudo isto. O dia que começa, calmo e preguiçoso,

as noites que se prolongam, ternas e saborosas. Projectos que

arrancam e sonhos que se realizam. Mão na mão, olhos nos olhos.

Sem passado, só futuro. Sem segredos. Só certezas.



Lazy Cat às 11:59
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Terça-feira, 15 de Maio de 2012
Je te promets...

 

 

 

 

Je te promets le sel au baiser de ma bouche
Je te promets le miel à ma main qui te touche
Je te promets le ciel au dessus de ta couche
Des fleurs et des dentelles pour que tes nuits soient douces

Je te promets la clé des secrets de mon âme
Je te promets ma vie de mes rires à mes larmes
Je te promets le feu à la place des armes
Plus jamais des adieux rien que des au-revoirs

J'y crois comme à la terre, j'y crois comme au soleil
J'y crois comme un enfant, comme on peut croire au ciel
J'y crois comme à ta peau, à tes bras qui me serrent
J'te promets une histoire différente des autres
J'ai tant besoin d'y croire encore

Je te promets des jours tout bleus comme tes veines
Je te promets des nuits rouges comme tes reves
Des heures incandescentes et des minutes blanches
Des secondes insouciantes au rythme de tes hanches

Je te promets mes bras pour porter tes angoisses
Je te promets mes mains pour que tu les embrasses
Je te promets mes yeux si tu ne peux plus voir
J'te promets d'etre heureuse si tu n'as plus d'espoir

J'y crois comme à la terre, j'y crois comme au soleil
J'y crois comme un enfant, comme on peut croire au ciel
J'y crois comme à ta peau, à tes bras qui me serrent
J'te promets une histoire différente des autres
Si tu m'aides à y croire encore

Et meme si c'est pas vrai, si on te l'a trop fait

Si les mots sont usés, comme écrits à la craie
On fait bien des grands feu en frottant des cailloux
Peut-etre avec le temps à la force d'y croire
On peut juste essayer pour voir

Et meme si c'est pas vrai, meme si je mens

Si les mots sont usés, légers comme du vent
Et meme si notre histoire se termine au matin
J'te promets un moment de fièvre et de douceur
Pas toute la nuit mais quelques heures

Je te promets le sel au baiser de ma bouche

Je te promets le miel à ma main qui te touche
Je te promets le ciel au dessus de ta couche
Des fleurs et des dentelles pour que tes nuits soient douces

 

Je te promets des rêves au bout de nos doigts
Je te promets mes pas à côté de tes pas,
Je te promets de rire si tu te fous de moi,
et de pouvoir dormir même si t'es pas lá,
Je te promets des jours et des nuits de branlas
je te promets des rires et des larmes de joie
je te promets d'y croire et d'aller au combat
et puis je te promets...d'être toujours lá...

 



Lazy Cat às 11:59
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Dia da família

a nossa, a mais pequena, aquela lá de casa, 

daquela casa maravilhosa, onde eu queria, 

como eu queria e tudo e tudo, sim, essa, 

a (im)perfeita e maravilhosa família que nós somos

porque é isso que somos, uma FAMÍLIA. 

 

A vida é ou não é perfeita?! Claro que é! 

 

 

 

 

 

 

Famille 

 

 

Even if I sometimes tremble...I'll never fall. 

 

 

 



Lazy Cat às 11:59
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Segunda-feira, 14 de Maio de 2012
A festa dos afectos

 

 

A família são aquelas pessoas que fazem 600 km num dia para, simplesmente, estar. Que se sentam e sorriem, que não se queixam do calor, procuram a sombra. Que fazem uma escandaleira porque alguém pediu uma mini e depois pedem médias… para todos. Não resmungam que lhes doem os pés, descalçam-se ou trocam de sapatos. São os que se sujam na relva antes das fotografias. Que se atrasam e se perdem. Mas chegam.

 

Aceitam os nossos defeitos, o nosso (por vezes) mau feitio, não deixam que uma birra estrague uma festa nem que um copo derramado para cima de um vestido seja uma tragédia-em-vários-actos representada “ de borla” no meio do restaurante. Riem-se uns dos outros, riem-se uns com os outros. Estão juntos.

 

Aceitam as nossas pessoas, aquelas a quem dedicamos parte dos nossos afectos. Sorriem e falam com elas. Não fazem perguntas inconvenientes, não intimidam e sobretudo não excluem. Aceitam e avaliam com calma. E se nos vêm sorrir sorriem connosco e depois despedem-se, felizes e cansadas, e passam a incluir nas lembranças diárias um beijo para quem nós amamos e nos faz bem.

 

A minha família não é perfeita. Rimos e falamos alto e gritamos uns com os outros. Contamos histórias que nos deixam embaraçados, lembramos momentos de risos e gargalhadas e parece por vezes que estamos numa verdadeira guerra MAS, quer chova ou faça sol, com mais ou menos cansaço, nenhum membro desta família, de linhagem e de afectos estará jamais sozinho. Por estrada, por água ou por mar, haverá sempre um caminho.

 

Não é um Baptizado, que se festeja ou uma comunhão.

Festeja-se apenas a ocasião. A oportunidade de estarmos todos juntos e o haver sempre sempre pretextos para o fazer. E sorrir. Ficar cansados! E sentir saudades. E recomeçar!

 

 A minha família é louca. Mas ainda bem. Assim estou sempre enquadrada e, da loucura à felicidade vai sempre a mesma distância, a de um sorriso, e um passo de dança…

 

OBRIGADA 



Lazy Cat às 11:59
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Sexta-feira, 11 de Maio de 2012
because...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

I like to smile

I like the way you smile

I like the way you make me smile

 



Lazy Cat às 11:59
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Gato que brincas na rua

Como se fosse na cama,

Invejo a sorte que é tua

Porque nem sorte se chama.

[...]

És feliz porque és assim,

Todo o nada que és é teu.

Eu vejo-me e estou em mim

Conheço-me e não sou eu.

Fernando Pessoa

***

Disfarça em cada olhar

Quanto aprecia um carinho

Em cada passo altivo

Nunca assume que quer mimo

Enrosca-se dengosamente

Como se fosse favor

Deixar que lhe façam festas

Ou que lhe falem de amor

Ronrona para não miar

De como lhe sabe bem

Um colo, um abraço

Sabendo a sorte que tem

De sorriso misterioso

Mostra as garras à invasão

Assanha-se, presunçoso

Não suporta ouvir um não

Ainda que cativado

Um dia pode partir

Na memória cada traço

De tudo o que o fez sorrir

Sempre querendo mais mundo

nunca se satisfaz

e de um momento profundo

faz do prazer sua paz


Os olhos fecha atrevido

Nunca mostrando o que sente

Adivinha o que digo

Gato tem alma de gente

Ki

***

The cat went here and there
And the moon spun round like a top,
And the nearest kin of the moon,
The creeping cat, looked up.
Black Minnaloushe stared at the moon,
For, wander and wail as he would,
The pure cold light in the sky
Troubled his animal blood.
Minnaloushe runs in the grass
Lifting his delicate feet.
Do you dance, Minnaloushe, do you dance?
When two close kindred meet.
What better than call a dance?
Maybe the moon may learn,
Tired of that courtly fashion,
A new dance turn.
Minnaloushe creeps through the grass
From moonlit place to place,
The sacred moon overhead
Has taken a new phase.
Does Minnaloushe know that his pupils
Will pass from change to change,
And that from round to crescent,
From crescent to round they range?
Minnaloushe creeps through the grass
Alone, important and wise,
And lifts to the changing moon
His changing eyes.

William Butler Yeats

****