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por Lazy Cat, em 23.01.13

Hoje não estou.

Não batam à porta, não telefonem, não me procurem.

Nos meandros da minha mente há um coração que palpita

Que se agarra, que se afoga, que no silêncio mais absoluto

Apenas grita e grita….e grita…

 

Não estou. Nem quero estar. Hoje a vida pesa mais do que devia.

Quero ficar perdida em mim, na minha mente, na minha dor.

Esquecer que existe vida para além do que sinto, vida, qualquer

Vida para além da vida deste pequeno grande frágil amor.

 

Hoje não estou. Mas estou onde interessa. Onde é preciso estar.

No único lugar onde a vida se esvai depressa, o amor se conjuga

Devagar. Hoje não quero, fechei a porta. Há momentos em que o

ar que se respira corta, fere, arranca. É amar-te que me mata. 

 

  

publicado às 11:24


1 comentário

De Lazy Cat a 25.01.2013 às 11:19

Revendo esta minha última escrevinhice, devo dizer que está algo incorrecta.

É estar magoada e zangada contigo que me mata. E eu quero viver.
Viver muito, fazer muitas coisas. E então...vou "matar" esta zanga que afinal nem é bom contigo.
E vou fechar este blog que praticamente só fala de ti em cada linha, quando não fala daquele amor hipotético e ideal. Que soubeste ser muitas vezes.

Estou a fechar a nossa história na caixinha onde agora pertence.

Amor não tem fim. As histórias sim.



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