Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Voyage...voyage...

por Lazy Cat, em 19.10.12

Et jamais ne revient....  :D

 

publicado às 16:30

Dreamin' fairy tales

por Lazy Cat, em 28.09.12

And the stars slowly faded and there was only night above …

 

E ela, tranquila adormeceu. E sonhou. Sonhou a cores, sonhou os

cheiros, os ruídos, sonhou o momento. Sonho aquele momento

exacto em que se desfez o nó. E sorriu. E desceu as escadas,

consciente daquela presença tão segura e tão quente. De como era

isto, sempre tinha sido exactamente isto. A segurança e o desafio.

A ternura. A certeza. Confiar. Saber. Sentir. Até de olhos fechados.

Olhou para a água, pelas vidraças da cafetaria, e lembrou-se das

suas primeiras palavras: “and that’s why I came here: to teach”

E lembrou-se de outras águas, de estrondos e embates furiosos.

Dirigiram-se ao grupo que os esperava. Quantas saudades se matam 

entre beijos e longos abraços! 

 

A vida é feita disto. Duras lições e felicidade, pensou. E sorriu-lhe. 

publicado às 11:59

Ah! Love and trust!

por Lazy Cat, em 25.09.12

Shall I trust you and let you know?

Shall I not tell you so you'll never know?

 

 

 

Will I ever decide, will I ever know?

 

publicado às 11:59

Lazy Cat rules #5

por Lazy Cat, em 19.09.12

 

Dá um beijo sentido por dia, todos os dias! 

 

 

publicado às 13:32

Lazy Cat Rules #4

por Lazy Cat, em 13.09.12

Instead of dreaming your life, live your dream! 

 

One is a good start. Then all the others....

publicado às 13:00

Lazy Cat Post from the heart #1

por Lazy Cat, em 07.09.12

 

Há comboios que atravessam a nossa vida levantando vento e pó e nos despenteiam o cabelo. Deixam-nos aturdidos e sem certezas de terem sido reais e, no silêncio que se faz depois, encontra-se paz. Nem chegam a causar danos. Passaram. Lembramo-nos deles e sorrimos. 

 

Há os muito longos que passam devagar e nos dão tempo de espreitar. Entre carruagens cheias, vazias e assim-assim, descobrimos tanto pelas suas janelas! Queremos tanto ser parte de algumas das cenas, mas o comboio não para. Este é o comboio de todas as possibilidades.

 

Há comboios que param todos os dias. Todos os dias abrem as portas. Todos os dias fecham as portas e seguem. Acho que este é o comboio das coisas pequenas. Daquelas pequenas coisas que estamos sempre a tempo de melhorar. Daquelas coisas pequenas, de todas as coisas pequenas de que a vida é feita todos os dias, várias vezes por hora. Todas as coisas que podemos mudar a qualquer momento de qualquer dia, de qualquer vida. Falo de coisas muito pequenas.

 

De dizer bom dia ao porteiro do prédio, ao vizinho que sai ao mesmo tempo que nós, de sorrir, agradecer. De sorrir a quem nos traz café. De cantar a plenos pulmões aquela música que nos irrita e passa todos os dias na rádio logo de manhã! De apanhar o casaco da senhora que toma café à nossa frente, que caiu das costas da cadeira e se está a encher de migalhas. Muito mais simples ainda! Falo de começar o dia com um "bom dia" e não outra palavra qualquer! Se acompanhado de um beijo, então ainda melhor! Pequenas coisas como aproveitar o trânsito para aprender ou melhorar o inglês. O francês. De se manter o carro na mesma faixa até meio do percurso pelo menos, deixando passar quem tenha muita pressa, com sorrisos (em inglês)!

 

As pequenas, minúsculas coisas. Ajudar as crianças a calçar os sapatos, em vez de lhes lembrar - em tom zangado - que já deviam estar prontas. Reservar dois minutos por dia para olhar pela janela de casa, do escritório, do carro, para o céu. Só o céu. Deixar cair para dentro da lancheira, de vez em quando um chocolate, umas gomas ou um bilhete de amor! Nunca tomar decisões até ser pelo menos meio-dia! Não dizer que sim sem ter a certeza. Nunca recusar um abraço. Não adormecer com o coração desconsolado.

 

Acho que este comboio, constante, certo, paciente, é o comboio mais importante de qualquer vida. Aquele que nos ensina que se hoje fechamos o dia a sorrir por uma pequena coisa, amanhã o podemos fazer por outra razão e que, de dia em dia, teremos muitas razões para fechar os olhos a sorrir porque o comboio das oportunidades passa, todos os dias, várias vezes ao dia e há sempre SEMPRE lugar para nós. 

 

Nesta mesma estação, onde todos os dias temos a possibilidade de nos reinventar, passam outros comboios. Alguns deles fecham-nos a porta se tentamos entrar. Talvez carreguemos demasiada bagagem, o comboio vá cheio, ou simplesmente nos falte saber como manter aberta a porta para poder entrar.


Passam também comboios que param. Abrem as portas. Fecham. Voltam a abrir. Avisam que estão de saída. Fecham as portas e vão. E, distraídos a vê-los ir, não olhamos pelas janelas, entramos no comboio regular sem lhe dar valor, sem sorrir, presos a um comboio que já foi embora. E no dia seguinte, o comboio volta. E voltamos a não entrar. A hesitar, ou até a deixá-lo deliberadamente ir. Já tivemos uma segunda chance. Este comboio nunca mais vai voltar. E acresce uma carruagem ao comboio que passa sempre lentamente mas sem parar. 

 

Depois há comboios que apenas passam uma vez. São muito raros, viajam pelo ar. Apenas visitam algumas estações, de tanto em tanto tempo, mas são muito fáceis de apanhar. Só é preciso dar um passo. E o comboio leva-nos para outro lugar. Pode ser outra estação. Onde passam comboios do tipo regular. Alguns que se demoram, outros que passam ser parar. Alguns que regressam, outros que nunca mais vemos passar. 


 

A song for a smile

 

PS: Acho que faltou falar de outro comboio importante: o das viagens longas. Quem sabe num próximo "Post from the Heart"??

publicado às 11:59

Simple life

por Lazy Cat, em 06.09.12

Já estão habituados a vê-los passar. Ela sorri e ele, um passo atrás dela, finge caminhar distraído enquanto olha para ela e sorri, quase sem se dar por isso.

 

A conversa é sempre animada, sejam as novidades do dia de cada um ou outros assuntos, há sempre lugar a gargalhadas e sorrisos rasgados. Alguns ainda param e ficam a vê-los passar, só, sem mais nada, interrompendo conversas, perdendo o fio à meada.

 

Da janela do terceiro andar do prédio verde, ao fim da rua, espreita meia escondida meia revelada, uma rapariga imponente, de cabelo escorrido, um cigarro preso entre os dedos e um ar de nostalgia pendurado nos lábios. Ela faz sempre de conta que não a vê e ele, atrasa o passo, vira-se para a janela e sorri-lhe.

 

A matrafona do prédio em frente pisca-lhe o olho, sempre com ar de aprovação e com uma inveja – fingida - da companhia. Também ele gostava de ter um homem “com quem caminhar na tarde”, diz-lhe.

 

Mais à frente, quase a chegar ao rio, os empregados do restaurante grande, mostram-lhe sorrisos tímidos enquanto a ele lhe apertam a mão num gesto corriqueiro acompanhado de um parco e lento "- está tudo?"  Parcimónia da raça masculina…

 

Da ponte se vê já o jardim que os passageiros do comboio atravessam, rumo a casa ou qualquer outro destino. Eles, vagamente atentos às vidas alheias, partilham o caminho, os risos, os sorrisos. As brincadeiras. A praia, logo ali em baixo, vazia de gente, o mar que se estende até à outra margem, se funde com o rio, numa dança ligeira e pinceladas de prata.

 

Não concordam em quase nada! Mas caminham com o mesmo passo calmo, mantendo-se perto. De vez em quando avançam até de mão dada. Fazem caretas aos cães que passeiam de trela. Ele, disfarçadamente, sorri às donas dos mesmos, ela finge que não dá por nada. Ou fala de assuntos práticos que requerem uma resposta imediata.

 

Descobrem, entre camadas de graffiti, pequenos tesouros que vão fotografando. Pedaços de vida, de vidas que ela recolhe e colecciona, com os quais se espanta e inspira, se entristece, por vezes. Ele descarta todas as memórias que não possa trazer consigo. Ela acumula pontas de fio, de linha, recortes de papel, de tecido. Fotografias de lábios. Palavras rabiscadas em guardanapos. Pedras com forma de coração. Brancas. Cinzentas. Pintadas com letras coloridas. Gravadas. Esculpidas. Frases roubadas de livros há muito lidos. Conchas em jarras de vidro.

 

Sentam-se, lado a lado, lá ao fundo e falam dos artistas e das tendências. E de tudo o que se pode fazer num fim-de-semana. E dos livros que ele não lê. Dos que ela espera ter tempo para ler. De todos os projectos que se lhes atropelam na cabeça. Das tintas e meias tintas com que se pinta a vida que partilham. Por vezes. Às vezes. Por momentos, fragmentos. E porque sim, e por agora. 

publicado às 11:59

Lazy Cat rules #3

por Lazy Cat, em 05.09.12

 

French say "mieux vaut vivre avec des remords qu'avec des regrets"

 

Dare to be alive! 

 

publicado às 12:45

Half crazy

por Lazy Cat, em 20.08.12

Life is, most of the time, crazy.

 

Sometimes though, tucked in that

day-after-day relations struggle we

loose perspective and…in time oneself,

riddled in craziness.

 

 

Crazy can be almost perfect

Crazy can be…all there is.

But there is so much more

Out…not there….

 

  

"...and now I know...there is a link..."



 

publicado às 11:59

Hero's Strenght

por Lazy Cat, em 30.07.12

 

I always believed your strength

would protect me

not turn against me, in the end. 

 

publicado às 11:59


Mais sobre mim

foto do autor


Pesquisar

  Pesquisar no Blog

Posts mais comentados